Por: A Vida Acontece em Gerúndio
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Freaking out nível épico

10/10/2014

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Descobri que é quase que humanamente impossível trabalhar numa campanha - do tipo doze horas por dia - e fazer um mestrado como estava disposta a fazer, com a dedicação devida. Quando a campanha acabou em outubro, precisei, em menos de um mês, recuperar o que havia perdido e dar conta de entrar no ritmo da turma. Em uma matéria eu consegui. Na outra, falhei. 2013 foi um ano terrível pra mim pessoal e emocionalmente e começou da pior maneira. Por dores de amor, não consegui dar conta do artigo final da disciplina que era obrigatória. Caca de moá. Mimimi dos bravos. Mas quando o coração vai mal, minha mente não funciona. Fiz o sinal da cruz e vamos lá. Só que foi um ano aos trancos e barrancos, montanha-russa, dos piores que já tive (se não for realmente o pior), o mais difícil. Quando achava que tudo estava se encaminhando, um susto, uma dor, um quebra. Assalto em casa, doença na família, dor de amor, um computador e todo meu material perdido... para citar só algumas das coisicas. Entre agosto e setembro parei tantas vezes no hospital da Unimed com meu pânico aos píncaros que médicos, atendentes e enfermeiras já me conheciam. E aí resolvi que não queria mais isso pra mim. Mas, nem sempre adianta só querer, bobinha. Enquanto as coisas ruins não paravam de acontecer uma atrás da outra, eu no freaking out nível épico, resolvi botar o dedo no relógio e parar os ponteiros. Deu pra bola. Chegou a hora de terminar a virada da mudança. E que seja o que deus quiser.

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Sou uma jornalista quase quarentona e estou mudando minha vida depois de a ter bem estruturada, carreira a mil por hora, casa própria, cachorros e papagaio. O papagaio não é verdade. Mas já tive que cuidar de uma tartaruga – o que serve para o momento. Esse blog nada mais é que uma autoterapia e, talvez, quem esteja pensando em dar uma guinada de muitos graus consiga se divertir por meio dos meus relatos e opiniões pessoais. Ou não. O fato é que estou fazendo uma mudança de vida e resolvi estar escrevendo enquanto isso estiver acontecendo porque, apesar de não ser operadora de telemarketing, a vida acontece em gerúndio. Sempre e inevitavelmente.

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