Biguaçu, Florianópolis, Geral, Palhoça, São José, Saúde, Turismo - 07 Abr 2020 23:23

Catarinenses que estavam no Exterior voltam para casa na Grande Florianópolis

Entre 58 catarinenses haviam moradores de Floripa, São José, Palhoça e Biguaçu
Por: Direto da Redação TSF
 

Entre os 58 catarinenses que foram repatriados ao Brasil após ficarem desamparados por alguns dias no Exterior, por conta das restrições de combate à pandemia da Covid-19 adotadas por diversos países, haviam moradores de Florianópolis, São José, Palhoça e Biguaçu.

Para auxiliar na repatriação, a Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais (SAI) de Santa Catarina tomou uma série de medidas e trouxe todos de volta ao Estado.

Eu e meu marido estávamos desde o dia 19 de março retidos em Lisboa, com bastante dificuldade para entrar em contato com as companhias aéreas para marcar novo voo e tentar resolver nossa situação. Muitos voos cancelados e aeroporto fechado. Então a Secretaria de Assuntos Internacionais de SC entrou em contato com a gente. O apoio foi excepcional. Não mediram esforços para tentar nos ajudar. Agora estamos em casa, estamos bem e em quarentena -, relatou Karine Iris Rosa, moradora de Palhoça.

A partir do dia 20 de março, a SAI começou a receber pedidos de residentes de diferentes municípios, entre eles Biguaçu, São José e Palhoça que ficaram presos em Lisboa devido ao cancelamento de voos. Foram emitidos e tramitados ofícios no Ministério de Relações Exteriores endereçados ao Consulado na capital portuguesa, requisitando prioridade na repartição dos catarinenses. Apesar da falta de disponibilidade de voos, a SAI conseguiu novos bilhetes aéreos e encontrou abrigo temporário para o período de espera. O grupo voltou para Brasil do dia 30 de março.

Um morador de Florianópolis que estava no Equador junto com outros catarinenses de Timbó e Laguna entrou em contato com o plantão da SAI, no dia 26 de março, informando que todos os voos comerciais de Quito estavam cancelados. A SAI manteve comunicação com Itamaraty e Consulado de Quito, para garantir que todos fossem alocados no primeiro voo humanitário de repatriação. Todos vieram no voo charter do Governo Federal, que chegou no Brasil dia 30 de março.


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