Educação, Florianópolis, Geral, Tecnologia - 17 Jun 2019 00:48

Escola de Floripa participa de projeto internacional que ensina programação

A Escola Hilda Teodoro Vieira foi selecionada na rede estadual de ensino pela Positivo Tecnologia Educacional para participar
Por: Direto da Redação TSF
 
Escola de Floripa participa de projeto internacional que ensina programação (Foto: divulgação)

Em Florianópolis, alunos do 6ª ano da Escola de Educação Básica Hilda Teodoro Vieira, no bairro Trindade, receberam nesta semana um conjunto de materiais para aprender linguagem computacional. O kit contém um manual didático e a placa programável BBC Micro:bit, desenvolvida pela Micro:bit Educational Foundation, da BBC, de Londres, e foi fornecido pelo projeto de pesquisa Inventura Experience, criado na Inglaterra e implementado na Dinamarca e no Brasil.

A Escola Hilda Teodoro Vieira foi selecionada na rede estadual de ensino pela Positivo Tecnologia Educacional para participar do experimento, voltado à aprendizagem digital, à linguagem de programação e à cultura maker ou “faça você mesmo”. Durante três meses, os 23 alunos receberão orientação da professora de Matemática em atividades com a placa que desenvolvem competências como a autonomia, a cooperação, o protagonismo, a aprendizagem por projeto e o pensamento crítico, tudo a partir do pensamento computacional.

À medida que evoluem, os alunos conseguem formular frases, figuras e comandos cada vez mais complexos, aparentes nos pontos de led do microbit. A pequena placa é conectada ao computador e a programação é feita a partir de uma plataforma on-line.

- Florianópolis é um polo tecnológico e tudo que a escola quer é estar inserida nesse contexto de inovação. No primeiro questionário respondido pelos alunos participantes, a pesquisa revela que a maior expectativa deles é a oportunidade de um futuro profissional melhor -, diz a diretora Maria Christina de Mello Torres.

(Foto: divulgação)(Foto: divulgação)

Alunas interessadas e professores confiantes
As atividades dos alunos serão monitoradas por aula, supervisionadas pela Secretaria de Estado da Educação, e a escola receberá um relatório completo com os resultados da pesquisa aplicada à turma. A diretora de Gestão da Rede Estadual na SED, Isabela Fornari Müller, frisa que a tecnologia deve fazer parte do processo de ensino-aprendizagem.

- A introdução da metodologia maker, por meio de projetos como este, visa levar os nossos alunos a internalizarem conhecimento e a despertarem para a criatividade -, diz.

Nos experimentos realizados em Londres, os resultados publicados em 2017 apontaram que a metodologia aumenta o interesse dos participantes na área de exatas. Entre as meninas, após usarem a placa, 70% a mais responderam que escolheriam a computação como um dos temas escolares. Enquanto metade dos professores que se que questionavam sobre o ensino de computação e usaram o micro:bit afirmaram se sentir mais confiantes como educadores.


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