Eventos, Florianópolis, Saúde - 13 Nov 2019 15:44

Hospital Baía Sul sedia evento de reconstrução mamária na sexta (15) e sábado (16)

Workshop promovido pela Sociedade Brasileira de Mastologia vai trazer especialistas que são referência nacional no procedimento
Por: Direto da Redação TSF
 

Ocorre em Florianópolis nesta sexta (15) e sábado (16) o Workshop Oncoplástica, promovido pela Sociedade Brasileira de Mastologia – Regional Santa Catarina. Especialistas de todo o estado vão acompanhar quatro cirurgias reparadoras realizadas em pacientes que passaram por mastectomia (retirada total do tecido mamário) durante o tratamento contra o câncer. Os responsáveis pelos procedimentos serão os mastologistas Regis Resende Paulinelli e Rodrigo Cericatto, de Goiânia e Porto Alegre, considerados referências na técnica com uso de retalhos miocutâneos. As cirurgias ocorrem no Hospital Baía Sul, apoiador do evento.

Os coordenadores do encontro, os mastologistas Bráulio Fernandes e Cristiano Steil da Silva explicam que a cirurgia com retalhos é uma técnica que exige a retirada de tecido de outras partes do corpo – porção inferior do abdômen ou região dorsal, por exemplo – para a reconstrução da mama. Opção de tratamento menos comum do que a reconstrução com implante de próteses de silicone, ela pode ser necessária em pacientes que tiveram de passar por recuperação tardia do procedimento de retirada da mama.

- A escolha por um ou outro tratamento é feita caso a caso, a partir da avaliação da paciente e das necessidades de tratamento -, diz Bráulio. A reconstrução tardia é mais comum, por exemplo, em mulheres que precisam passar por aplicações de radioterapia para complementar o tratamento cirúrgico e de quimioterapia.

A reconstrução das mamas de pacientes submetidas à mastectomia é considerada uma etapa importante da recuperação – principalmente pelo efeito psicológico da cirurgia. Bráulio Fernandes explica que a troca de conhecimentos entre profissionais é importante porque todos buscam meios de realizar procedimentos com cicatrizes menos evidentes e que garantam o máximo de bem estar à mulher. Ele acrescenta que a demora no diagnóstico é fator diretamente relacionado à agressividade dos tratamentos. Justamente por isso, orienta as mulheres a realizar avaliações periódicas (mamografia anual a partir dos 40) para a identificação precoce da doença.


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