Florianópolis, Geral, Tecnologia - 18 Jun 2013 15:14

Manifestação coloca Florianópolis no mapa dos protestos nacionais

Mais de 11 mil pessoas confirmaram a participação no evento até o início desta tarde
Por: Danilo Duarte
 

Um ato, programado para começar às 18h desta terça-feira (18), em frente ao Terminal de Integração do Centro (Ticen), em Florianópolis, incluirá a capital catarinense no mapa dos protestos nacionais.

Milhares de pessoas estão ocupando as ruas desde a última semana, com diversas reivindicações. Os protestos, que começaram em São Paulo e questionando o aumento de R$ 0,20 nas passagens de ônibus, ganhou novas bandeiras e hoje discute o momento político brasileiro.

Em Florianópolis, ao menos dois atos estão sendo organizados, sendo o primeiro nesta terça. O segundo deve acontecer na próxima quinta-feira (20), no mesmo local e horários.

Em um evento na rede social Facebook, pelo menos 11,7 mil pessoas confirmaram a presença no ato previsto para esta terça, embora o ciberativismo faça com que mais pessoas participem apenas pela internet.

Em virtude disso, uma outra onda se espalhou, pedindo que as pessoas compartilhem o sinal de wi-fi nas proximidades do Ticen e por onde os manifestantes passarem. A intenção dos organizadores, com esta intenção, é garantir a visibilidade do ato, independente da cobertura da imprensa.

Reforço policial

A Secretaria de Estado da Segurança Pública afirmou que acompanhará a ação policial e os manifestantes. De acordo com o major Alessandro Marques, do Centro de Comunicação Social da Polícia Militar de Santa Catarina, nenhum representante da parte dos manifestantes procurou a polícia até o momento.

- Não é porque é uma manifestação legítima que os organizadores não têm essa obrigação.

Marques afirma que o contato entre os manifestantes e a polícia é importante para que se estabeleça o traçado das passeatas.

- As informações facilitam a nossa operação e o nosso apoio no bloqueio das vias.

O major reforça que o papel da Polícia Militar é garantir a segurança dos manifestantes e o direito de ir e vir das pessoas que não façam parte do movimento. Ele não informa o número do efetivo que será mobilizado pelas operações. Diz apenas que será “o suficiente”.

- Sabemos que essa manifestação é recorrente nessa época do ano e já traçamos algumas linhas de ação baseando-nos em experiências anteriores e no que tem acontecido nas demais capitais, como São Paulo e Rio de Janeiro.

Uma guarnição da polícia estará de pronto na cabeceira das pontes Pedro Ivo e Colombo Salles e o major exclui qualquer possibilidade de bloqueio deste acesso por parte dos manifestantes.

- Também teremos policiais à paisana para evitar maiores problemas.


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