Florianópolis, Geral, Polícia - 05 Dez 2018 21:13

Mulher que atraiu vítima para ser morta a tiros é julgada nesta quinta (6)

Luana Mascaranhas do Amaral estará no banco dos réus
Por: Direto da Redação TSF
 
Mulher que atraiu vítima para ser morta a tiros é julgada nesta quinta (6) Imagem do julgamento de Luana, nesta quinta (6) (Foto: Divulgação)

Uma mulher suspeita de envolvimento num assassinato ocorrido em maio de 2017 na localidade do Travessão, Rio Vermelho, Norte da Ilha, em Florianópolis, estará no banco dos réus do Tribunal do Juri nesta quinta (5). Segundo as investigações da Polícia Civil, Luana Mascaranhas do Amaral foi responsável por atrair a vítima, Paulo Joel Peter Filho, de 18 anos, até o local onde foi morto a tiros.

A Polícia também conseguiu identificar três homens envolvidos no crime. Paulo, que já tinha diversas passagens pelas delegacias, foi morto a tiros disparados por dois homens que passaram numa motocicleta, durante a madrugada, na servidão Caminho das Orquídeas. Os autores dos disparos, conforme a Polícia, foram Mateus Lima de Souza e Clebiano Borges, que ainda não foram julgasdos. Outro envolvido, Maiki Caetano Monti, fugiu logo após o crime para o Mato Grosso, onde foi preso por assalto.

A Polícia acredita que Paulo tenha sido morto em decorrência da disputa entre grupos rivais pelo controle do tráfico no Norte da Ilha, o que ocasionou dezenas de mortes em Florianópolis nos últimos dois anos. Paulo tinha passagens por crimes de tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo, desobediência, desacato, resistência, receptação, roubo e ameaça.

O julgamento de Luana está marcado para começar às 13h30min. A tese da acusação tem base apenas em depoimento de uma testemunha que escutou uma conversa num supermercado.

Na instrução do processo, o juiz Marcelo Volpato de Souza impronunciou os três homens por falta de provas contundentes. Para reforçar a tese do magistrado, a balística realizada pelo IGP (Instituto Geral de Perícias) na arma apreendida na residência do suposto mandante não era compatível com os projéteis encontrados na vítima. Já a participação da mulher foi aceita em razão de mensagens trocadas com o homem assassinado, que demonstrava especial interesse no itinerário a ser utilizado para se apresentar no encontro agendado. Todos negaram participação no homicídio. A mulher alega que costumava encontrar a vítima para fumar.

Pauli, a vitima, e Luana, que será julgada nesta quinta (6) (Foto: reprodução)Pauli, a vitima, e Luana, que será julgada nesta quinta (6) (Foto: reprodução)


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