Comunidade, Cultura, Obras, São José - 04 Jan 2018 16:17

Seguem as obras de revitalização do Beco da Carioca em São José

O local, que terá nova iluminação e sinalização, também ganhará um deque para receber os visitantes
Por: Direto da Redação TSF
 
Seguem as obras de revitalização do Beco da Carioca em São José (Foto: Jeferson Regis - Secom/PMSJ / Divulgação)

Em São José, a obra de revitalização e limpeza do Beco da Carioca já mostra os primeiros sinais de mudança em um dos cenários mais marcantes do Centro Histórico da cidade. O local, que será transformado em um parque de observação, ganhará nova iluminação, sinalização e deque para receber a população com mais conforto. O objetivo da obra, segundo a Prefeitura,  é resgatar o espaço histórico e de convivência social da cidade.

De acordo com informações da Secretaria Municipal de Infraestrutura, o cronograma da obra segue sem atrasos mesmo com a curta paralisação dos trabalhos entre os dias 4 e 18 de dezembro de 2017. Na parte interior, onde estão localizadas a cisterna e as galerias que alimentam o tanque, a recuperação já está concluída.

Agora, a obra segue para a etapa externa. O terreno está sendo preparado para receber o madeiramento completo do deque até o fim de fevereiro de 2018. O trabalho prossegue após está etapa com a instalação da nova iluminação pública, placas indicativas de sinalização do local e revitalização da pintura, detalhes que fazem parte do novo paisagismo previsto para o local.

A obra no Beco da Carioca é realizada pela Prefeitura de São José e conta com o apoio financeiro do Fundo de Reconstrução de Bens Lesados (FRBL) do Ministério Público Estadual.

História
O Beco da Carioca é uma estrutura composta de cisterna coberta, alimentada por córrego, construída de tijolos maciços e tanque com lavatórios de roupas. O que era apenas uma nascente sem infraestrutura, transformou-se em 1840 em um lavadouro público com cisterna e torneiras para a coleta de água potável.

Na época, foram instaladas 14 pedras que serviam para bater a sujeira mais insistente das roupas, trabalho realizado durante muito tempo pelas lavadeiras, escravas ou não. Da mesma forma, vinham os moradores buscar água potável para seu consumo ou para vender, entregando nas casas dos que podiam pagar.

Em 1940, o local passou por reforma, e as pedras foram substituídas por artefatos de cimento ondulados. É um dos cenários da centenária e tradicional Festa do Divino Espírito Santo e Patrimônio Histórico e Cultural de São José.

(Foto: Jeferson Regis - Secom/PMSJ / Divulgação)(Foto: Jeferson Regis - Secom/PMSJ / Divulgação)

(Foto: Jeferson Regis - Secom/PMSJ / Divulgação)(Foto: Jeferson Regis - Secom/PMSJ / Divulgação)


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